A  inclusão  dos portadores de TEA nas salas  de aulas, não pode ser tratada como algo distante da realidade das escolas, entretanto cabe ressaltar a complexidade das questões  que envolvem  o tema, como por exemplo, a formação de professores a aceitação dos pais e maior envolvimento das instituições escolares proporcionando  projetos direcionados para o tema.

           Neste contexto, a inclusão deve implicar em novas práticas e técnicas, na busca contínua em contribuir para o fortalecimento da convivência igualitária e sem alteridade entre cada um.              

               O processo de aprendizagem de uma criança com autismo, não é tarefa das mais simples. Tendo em vista que leva certo tempo para adaptação e estudo de caso, sobretudo que o tratamento e que a utilização das práticas seja subjetiva. Sendo assim, deve-se entender o tempo de cada criança na absorção do tratamento e esta subjetividade é fator ponderante para os resultados. Isso implica ampliar o conceito de educação e trabalhar para diversidade, reformular os princípios, metas e currículos das escolas dentro da ótica inclusiva.

           Neste sentido, a inclusão deve implicar em novas práticas pedagógicas, na busca contínua em contribuir para o fortalecimento da convivência igualitária e sem alteridade entre cada um. Isso implica ampliar o conceito de educação especial inclusiva em trabalhar para diversidade, reformular os princípios, metas e currículos das escolas dentro da ótica inclusiva, instrumentalizar todos os educandos, sejam eles considerados para inserção e atuação na sociedade, exercendo assim a cidadania.

            Contudo, espera-se não haver uma visão de que  a inclusão de portadores de TEA na escola  possa tornar algo de extrema complexidade, e que as estratégias, ferramentas, aprendizagem e cooperação são fundamentais para eficiência  deste processo de inclusivo.


@psico_pedagogacss