O atendimento psicopedagógico por ter olhares duplos, ou seja, atentos aos aspectos emocionais e cognitivos do ser humano, pode contribuir muito para que a tão falada terceira idade não se resuma a uma experiência de ociosidade e de isolamento, mas ao contrário, represente inúmeras possibilidades de realizações pessoal, interpessoal e social.

A estimulação cognitiva é um processo de mudança que visa estimular e, em alguns casos, reabilitar as funções físicas, psicológicas e sociais do indivíduo, tais como: funções cognitivas: memória, atenção, percepção, linguagem, criatividade e inteligência.  Nos idosos, a estimulação cognitiva, tem como objetivo ajudar pacientes e familiares a conviver ou superar os déficits cognitivos e as limitações emocionais, ambientais e sociais, proporcionando melhora na qualidade de vida, incluindo melhor interação social.

Sendo assim, o procedimento psicopedagógico ocorre da seguinte forma: No primeiro atendimento ocorre uma entrevista de contato para conhecer o perfil do  paciente, as necessidades, as condições de desempenho e os interesses do paciente. A partir desse primeiro contato, é possível traçar um planejamento de atividades entre uma ou duas vezes por semana. 

Tendo como objetivo traçar um planejamento personalizado para cada cliente.